Novidades!!! Lançamentos: Judas, de Amos Óz e O Irmão Alemão, de Chico Buarque!!!


sex, 21 novembro, 2014

Judas, romance mais recente de Oz, é sobre a história de amor entre um estudante e uma mulher misteriosa.

Retornando ao cenário de alguns de seus livros mais apreciados – a Jerusalém dividida em meados do século XX, Amós Oz questiona a fundação do estado de Israel e as guerras que abalam o Oriente Médio.

O protagonista é Shmuel Asch, um estudante que se vê em apuros no inverno de 1959 – sua namorada o deixou, seus pais faliram e ele foi obrigado a abandonar os estudos na universidade e interromper sua pesquisa – trata-se de um tratado sobre a figura de Jesus sob a ótica dos judeus.

Passado o desespero inicial, ele encontra morada e emprego numa antiga casa de pedra, situada num extremo de Jerusalém. Durante algumas horas diárias, sua função é servir de interlocutor para um velho inválido e perspicaz. Na mesma casa, vive uma mulher bonita e sensual chamada Atalia Abravanel, com quase o dobro de sua idade.

Shmuel é atraído por ela, até que a curiosidade e o desejo transformam-se numa paixão sem futuro.

Ao lado de seus personagens, Oz é corajoso o bastante para questionar o estabelecimento de um estado para os judeus, com suas consequentes guerras, e se pergunta se seria possível eleger um caminho histórico diferente.

O Irmão Alemão, novo livro de Chico Buarque é um romance em busca da verdade e dos afetos.

O autor já publicou os romances Estorvo, Benjamim, Budapeste e Leite derramado que lhe renderam três prêmios Jabuti e venderam quase um milhão de exemplares, ficando por meses nas listas de livros mais vendidos do país, e é também autor de peças como Roda viva e Ópera do malandro.

“A narrativa de Chico se faz mais daquilo que escorre entre as palavras, do que com as verdades que elas costuram. [...] Ele está entre os grandes narradores brasileiros contemporâneos. ” José Castello, O Globo

Compartilhe:

Quer saber o que são pratos brasileiros revisitados? Huuuummmmm…..


qui, 13 novembro, 2014

Em receitas dos chefs Felipe Rameh, Janaina e Jefferson Rueda, Roberta Sudbrack, Marcelo Amaral, Rodrigo Oliveira e Júnior Durski, que celebram a tradição e a criatividade, Thiago Castanho compartilha segredos de família e delícias amazônicas, além de pratos de outras regiões.

Utilizando ingredientes típicos, como tucupi e farinha de tapioca, e com sugestões de variação com produtos encontrados com facilidade em todo o país, Thiago ensina a fazer desde comidinhas de boteco e de rua, passando por acompanhamentos, como farofas, paçocas e molhos de pimenta, pratos com peixes, carnes e aves, até pães e sobremesas.

Entre as mais de 100 receitas, destacam-se o Torresmo de peixe com molho de açaí, a Moqueca de banana-da-terra, a Farofa de castanha-do-pará, a Costela de tambaqui na brasa, o Pato no tucupi com jambu, o Bolo de macaxeira da dona Carmem (mãe de Thiago) e o Pão de tapioca e queijo de coalho na folha.

Da culinária de outras regiões, estão presentes o Camarão da encosta, de influência caiçara, o gaúcho Arroz de carreteiro, o mineiro Pão de queijo, entre outros.

Huuuummmmm…….

Compartilhe:

Feriado? Eba! Vamos de Ken Follet: “O Século”, de


qua, 12 novembro, 2014

Primeiro volume da espetacular trilogia “O Século” , “Queda de Gigantes” conta da saga de cinco famílias, cinco países e cinco destinos marcados por um período histórico.

Começa no despertar do século XX, quando ventos de mudança ameaçam o frágil equilíbrio de forças existente – as potências da Europa estão prestes a entrar em guerra, os trabalhadores não aguentam mais ser explorados pela aristocracia e as mulheres clamam por seus direitos.

Na Grã-Bretanha, o destino dos Williams, uma família de mineradores de Gales do Sul, acaba irremediavelmente ligado por amor e ódio ao dos aristocráticos Fitzherberts, proprietários da mina de carvão onde Billy Williams vai trabalhar aos 13 anos e donos da bela mansão em que sua irmã, Ethel, é governanta.

Na Rússia, dois irmãos órfãos, Grigori e Lev Peshkov, seguem rumos opostos em busca de um futuro melhor. Um deles vai atrás do sonho americano e o outro se junta à revolução bolchevique. A guerra interfere na vida de todos.

O alemão Walter von Ulrich tem que se separar de seu amor, lady Maud, e ainda lutar contra o irmão dela, o conde Fitz.

Nem mesmo o americano Gus Dewar, o assessor do presidente Wilson que sempre trabalhou pela paz, escapa dos horrores da frente de batalha.

Enquanto a ação se desloca entre Londres, São Petersburgo, Washington, Paris e Berlim, Queda de gigantes retrata um mundo em rápida transformação, que nunca mais será o mesmo.

Compartilhe:

Diabetes pode ter cura!!! Manter a saúde pode dar muito prazer!


seg, 10 novembro, 2014

Para combater o mal que afeta até mesmo a saúde de crianças, o doutor Cousens desenvolveu um programa de 21 dias baseado na alimentação viva, e os resultados de seu trabalho e de sua pesquisa encontram-se neste livro: A Cura do Diabetes pela Alimentação Viva, juntamente com referências científicas sobre o tema.

O que esta obra propõe, afinal, é um novo padrão alimentar e mental que oferece como recompensa uma vida livre do diabetes e dos remédios.

Compartilhe:

O Trovador, de Rodrigo Garcia Lopes, por Jardel Dias Cavalcanti em Digestivo Cultural!


seg, 10 novembro, 2014

Agraciado pela Bolsa Funarte de Criação Literária, o poeta, tradutor, músico e ensaísta Rodrigo Garcia Lopes acaba de publicar pela Editora Record o seu primeiro romance: O Trovador.

Trata-se de um romance policial, que tem como centro da narrativa o desvendamento de uma série de assassinatos, crimes e trambiques comerciais envolvendo empresas, autoridades públicas e membros da corte inglesa. A partir das pistas contidas em um poema provençal, e da busca, dentro deste poema, pelo significado da palavra Noigandres, Adam Blake (personagem chave do livro, espécie de detetive-tradutor) envolve-se numa trama perigosíssima que tem como objetivo desvendar os crimes a partir do próprio entendimento do poema e das pistas ali escondidas.

Para a criação de O Trovador o autor partiu da ideia da semelhança entre a tarefa do tradutor e a do detetive: “Comecei a enxergar algo de detetive no poeta e no tradutor. Como o tradutor, o detetive tem que reconstruir um texto, decifrar o que o autor quis dizer, discernir pistas verdadeiras das falsas, recuperar o momento da criação do poema”, diz Rodrigo Garcia Lopes em entrevista a Manoela Sawitzki.

Outra ideia que serve como base para a construção da narrativa de O Trovador é a do “assassinato como uma das belas artes” (referência ao escritor inglês Thomas De Quincey). No romance, os crimes e a constituição engenhosa das pistas deixadas pelo assassino se transformam em verdadeira obra a ser decifrada pelo detetive, que assim se faz também intérprete-tradutor.

Mas muito além de sua intrincada trama policial, o romance reconstitui a história da colonização da cidade de Londrina nos anos trinta, momento em que se dava nas terras paranaenses a exploração comercial do café e da madeira pela empresa inglesa Paraná Plantation Limited.

Não querendo destruir o prazer do leitor, deixaremos de comentar detalhes do enredo do livro. Interessa-nos mais aqui falar sobre a estrutura do romance.

Historiadores em geral não sabem narrar. O passado que reconstroem é, além de frio, dominado por uma suposta “verdade objetiva” que os documentos prometem revelar. O caso do escritor é diferente. A história que ele recupera se inscreve numa outra forma de apreensão do tempo, do espaço e da vida. É o que Rodrigo Garcia Lopes faz em seu romance, elaborando através da ficção, que funciona quase como uma cápsula do tempo, o encontro vivo e radiante entre fatos históricos (colonialismo), situação geográfica (Londrina nos anos 30), tensões existenciais (amor, desejo, poder), natureza e cultura (a busca pelo eldorado).

Para compor as 400 páginas de seu romance, fica evidente a grande pesquisa que o autor fez, selecionando materiais de várias áreas: de documentos empresariais e fotografias de época aos estudos sobre as preocupações e tensões político-econômicas do período. Tudo tão bem amarrado que o leitor, ao mesmo tempo em que sente a presença da história, percebe-se dentro da dinâmica da natureza humana no momento da construção de sua própria existência como agente dos fatos.

A questão lapidar é que o autor consegue dar vida à história, imprimindo-a no próprio corpo dos personagens, nas suas angústias diárias (como, por exemplo, a tensão que os emigrantes judeus sentem com o avanço do Nazismo na Europa). Isso faz de Rodrigo Garcia Lopes um grande escritor, que imprime no cerne da própria narrativa as reflexões que pretende expor. Não teoriza sobre os acontecimentos, mas inscreve-os na dinâmica interna de cada personagem, nas suas ações dentro de cada desdobramento do romance.

Para jogar o leitor dentro da trama, com se ele tivesse voltado no tempo, Rodrigo lança mão de descrições minuciosas do espaço físico e da presença humana em relação com esse espaço, reproduzindo a sensação causada pelo cheiro da terra, pelo calor, pelas chuvas, pelo odor das bebidas, cigarro e perfume das mulheres, pela imagem da rusticidade das matas virgens, pelo vento e pela cor do solo. Mas esses elementos jamais se estruturam apenas como simples pano de fundo para os personagens terem chão ou como material enfadonho e descartável. Ao contrário, interagem com as sensações vividas pelos personagens, seu estado de alma, seu dinamismo na trama.

Rodrigo Garcia Lopes realiza de forma impressionante aquilo que desejou ao buscar as características que P. D. James elenca como essenciais para a criação de um bom romance policial: “trama bem construída e interessante, cenário original, personagens multidimensionais, pistas inteligentes, detetive cativante e vilões memoráveis.”

Mas buscou mais do que isso, como disse na entrevista citada acima: “Com O Trovador eu quis mostrar que o gênero permite levantar reflexões históricas e questões sociais, morais e de identidade, temas como corrupção, relações internacionais, colonialismo, propondo, ao mesmo tempo, uma reescrita da história. O desafio era conseguir fundir a história de mistério com a colonização de Londrina ao mesmo tempo.”

Para essa tarefa, conta o autor, “li biografias, livros de história dos anos 30, da região norte do Paraná, teses de doutorado, no Brasil e no exterior. Assisti documentários, entrevistei pilotos, peritos, historiadores, consultei jornais da época como o The Times, de Londres, o Paraná-Norte e O Cometa, de Londrina. Vi muitos filmes e trabalhei com fotografias para a composição de algumas cenas e cenários.”

Toda essa pesquisa, evidentemente, nas mãos de um autor fajuto jamais se tornaria o que O Trovador se tornou. Rodrigo tem uma história ligada à produção poética, tradução e crítica que lhe dá ferramentas para amalgamar documentos, imagens, relatos, impressões como só um poeta pode fazer. O resultado do livro, pela impressão que causa nos leitores, fazendo-os voltar no tempo, penetrarem nas entranhas dos personagens e na trama da História, é o exemplo cabal de que uma força poética direciona sua narrativa.

Criando uma espécie de sertão-babel, o romance faz transitar figuras inesquecíveis, de nacionalidades que vão dos Europeus aos Asiáticos, todos presos a uma rede de intrigas, meias-verdades, onde crimes se sucedem ao sabor de tramas comerciais escusas que partem do império colonial inglês e deságuam na terra vermelha do Paraná.

Chamando atenção para uma parte de nossa história, a colonização do Norte do Paraná, humaniza a prática da história, nos aproximando do cheiro dos aventureiros, seus sonhos do Eldorado, suas angústias na vida no novo mundo, seu trabalho e a existência no contexto da colonização e da história internacional que antecede a segunda grande Guerra e que teve consequências negativas para várias etnias que emigraram para nosso país.

Também nos obriga a reler a História do Brasil, com lentes mais agudas para o Norte do Paraná, naquele momento em que aportaram na região migrantes que formaram uma sociedade composta por militares, médicos, juristas, artistas, cientistas, aventureiros e trabalhadores vindos de várias regiões da Europa e do Brasil.

Mas para além da história, o autor nos devolve o prazer de ler. Como disse Daniel Pennac “um romance deve ser lido como um romance: saciando primeiro nossa ânsia por narrativas”. Isso porque, toda grande obra literária nos ensina: “o tempo para ler, como o tempo para amar, dilata o tempo para viver”.

O Trovador, no seu primor narrativo, nos devolve a felicidade de sermos leitores, porque ele representa essa qualidade demoníaca da linguagem que consiste em abrir em expansão o mundo para provar que dentro da literatura a história é mais surpreendente do que se pensava.

http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=4070&titulo=O_Trovador%2C_romance_de_Rodrigo_Garcia_Lopes

Compartilhe:

Papo na Livraria neste sábado, dia 08: conversando e lançando o livro Suprema Herança do Homem!


sex, 7 novembro, 2014

Andar, falar, cantar, declamar, representar, lavar louças, sentar, praticar esportes e até tocar instrumentos são atividades que não só ficam mais fáceis e gostosas como também, ao invés de promover dores e desconforto causando mal estar, melhora nossa performance em todas as atividades que desejamos fazer.

Seu corpo é um conjunto de sistemas que, junto com sua mente, formam um instrumento maravilhoso para experienciar a vida, e aplicando os princípios da Técnica Alexander relembramos como melhor usar esse instrumento para nosso benefício na vida diária.

Aberta a todos – leigos!!! – de todas as áreas.

A Técnica Alexander é um método educacional centenário para a saúde que chegou ao Brasil nos anos 1980.

Venha experimentar!!!
(Músicos, tragam seus instrumentos!)

Compartilhe:

Final de semana super bacana? Algumas ótimas sugestões:


sex, 7 novembro, 2014

Isso de certo e errado não existe, especialmente em moda: o que importa é se sentir bem, se reconhecer em frente ao espelho: Vista quem você é!

Com propostas de reflexão e exercícios-do-olhar a cada capítulo, você vai construir o seu estilo pessoal de maneira divertida e autêntica – com direito a plano de ação para colocar em prática todos os dias em frente ao espelho.

Este livro convida você a embarcar nesta jornada da autodescoberta.

A hora é agora – respire fundo, arregace as mangas e ao trabalho!

Ou ler um romance que é suspense carinhoso: O Pântano das Borboletas.

Pode ser chamado assim?

Pode! Sam e Billy têm 12 anos e moram na pequena Carnival Falls e são amigos inseparáveis, percorrendo o bosque de bicicleta e preparam-se para terminar a construção da sonhada casa na árvore.

Compartilham tudo, inclusive a paixão por Miranda, a menina rica que acaba de se mudar para a cidade.

Juntos, os três vivem as descobertas e as transformações típicas da idade e desvendam o mistério que assombra a vida de Sam – o paradeiro de sua mãe.

Com esses ingredientes e doses generosas de lirismo, Federico Axat escreveu uma história admirável sobre a delicada passagem da infância para a adolescência – e desta para a vida adulta.

Romance de crescimento e suspense com incursões pelo fantástico,  reserva uma desconcertante reviravolta final – um segredo que, revelado, arremessa o leitor em uma revisão completa do entendimento de pequenos pontos que enriquecem incrivelmente as emoções e confere à trama um sentido totalmente novo.

Que estreia espetacular para Federico Axat!!!

Compartilhe:

No Dia Nacional do Livro comemore em boa companhia!!!!


qua, 29 outubro, 2014

Leituras para todos os gostos, todas as idades, todas as horas e todos os bolsos, é só escolher…

Compartilhe:

COYOTE em dose dupla: numeros 25 e 26 na Livraria da Silvia!


ter, 21 outubro, 2014

Coyote – Londrina, verão, 2014|nº 26

A força e diversidade da poesia brasileira nos inéditos de Joca Reiners Terron, Fernando Koproski, Nilson Monteiro e Claudia Roquette-Pinto, além dos textos híbridos de Adriano Garib e Anelito de Oliveira e o jornalista, poeta e compositor londrinense Bernardo Pellegrini.

O número traz também traduções do poeta russo Velimir Khlebinikov, fragmento do Finnegans Wake, de James Joyce, Ricardo Piglia, capítulo de A Irmandade da Uva, de John Fante, epigramas de Marcial e cartum de Solda. Foto de capa: Vilma Slomp.

Revista Coyote nº. 25, julho 2014

Na foto de capa e ensaio interno: Les Stone – fotógrafo que, entre coberturas de guerras, catástrofes naturais e humanitárias, há quinze anos documenta as peregrinações e cerimônias Vodu no Haiti.

Revista COYOTE para quem quer cultura e pluralidade!!!

Compartilhe:

A Livraria da Silvia estará aberta neste sábado, 11, até as 17hs!!!


sex, 10 outubro, 2014

Pequenos Chefs apresenta aos amiguinhos a diversão da culinária!

O kit inclui – 1 livro com dicas de receitas, 1 avental, 1 chapéu de chef e 1 colher de pau.

Pequenos Jardineiros apresenta aos amiguinhos da natureza a diversão da jardinagem!

O kit acompanha avental, luvas e pá.

E mais:

De tudo para todos!

Delicia de leitura e atividades também!

Compartilhe: